Desde de que a conheci
Fiquei encantada com o nome dela
Ela já tinha amigas
E eu estava ali sozinha
Ela já dava gargalhadas
Enquanto eu ainda estava nas risadas
Ela já tinha amores
Enquanto eu só tinha ilusões
Ela já tinha dores
Enquanto eu ainda só tinha medo
Estávamos ali
Por causa do destino
E por causa dessa condição
Nos aproximamos
E combinamos que:
Iríamos trocar estudo
Por gargalhadas
Medos por dores
Ilusões por amores...
Ela pediu em troca uma amiga
E eu achava que estudando iria entender a vida
Então vieram as dores
Que nem ela conhecia
Os amores...
Que os estudos não entendiam
E as ilusões foram sumindo com a vida
O destino...
E por causa dessa condição
Ela ficou sem amiga
E eu estudando...não aprendi nada da vida
Hoje
Nós duas
Com nossas dores
Amores
Ilusões
Combinamos que:
Eu, ainda estudo
Mas agora escuto no fundo
As gargalhadas
Dela
Que tem o nome:
Amiga.
terça-feira, 30 de março de 2010
Sangue...
Noite passada ela sonhou com sangue
Foi na noite que ela dormiu com ele
A cama é grande...mas
Ela dorme apertada
E gosta
É como dormir numa caixa
E lá dentro tem:
Ela e ele.
Mas nessa noite ela sonhou com sangue
No peito
A cor vermelha
Tão comum
Vermelho assustado
Saindo de dentro dela
As vezes como palavras
Outras vezes lágrimas
Sorrisos
Risadas
Sangue...
No peito
O que era comum...
Aquele vermelho
Virou medo
Ela acordou assustada
Dentro da caixa
Foi ferida no sonho
E se no sonho ela estava machucada...
Como seria na vida acordada?
Ela lutou no sonho
Mas nada adiantava
Não tinha controle sobre nada
O sangue estava lá... vermelho
Comum
Escorrendo
E ela dormindo na caixa
Acordou...
Um pouco pálida
Sozinha
Cansada
E acordada
Pensou:
Sonhei com sangue
Ferida no sonho
Acordada...
Lutarei pra não ser ferida na carne...
Mesmo sem controle
Sem nada
Sozinha
Ou acompanhada
Lutarei...na vida
Mesmo tendo os sonhos sangrados...
Saiu da caixa...
Foi na noite que ela dormiu com ele
A cama é grande...mas
Ela dorme apertada
E gosta
É como dormir numa caixa
E lá dentro tem:
Ela e ele.
Mas nessa noite ela sonhou com sangue
No peito
A cor vermelha
Tão comum
Vermelho assustado
Saindo de dentro dela
As vezes como palavras
Outras vezes lágrimas
Sorrisos
Risadas
Sangue...
No peito
O que era comum...
Aquele vermelho
Virou medo
Ela acordou assustada
Dentro da caixa
Foi ferida no sonho
E se no sonho ela estava machucada...
Como seria na vida acordada?
Ela lutou no sonho
Mas nada adiantava
Não tinha controle sobre nada
O sangue estava lá... vermelho
Comum
Escorrendo
E ela dormindo na caixa
Acordou...
Um pouco pálida
Sozinha
Cansada
E acordada
Pensou:
Sonhei com sangue
Ferida no sonho
Acordada...
Lutarei pra não ser ferida na carne...
Mesmo sem controle
Sem nada
Sozinha
Ou acompanhada
Lutarei...na vida
Mesmo tendo os sonhos sangrados...
Saiu da caixa...
quarta-feira, 24 de março de 2010
Lá vem...
Começa assim:
A casa dormindo
A noite instalada
A televisão ligada...
Sequência de cigarros...
Pensamentos confusos
Mãos paradas
Histórias misturadas
Amor que saiu dos limites
As palavras!
Amigas infelizes
Esperanças indecifráveis
Corpo magoado
Destinos atravessados
Sentimentos calados
Hipocrisia aos gritos
Lugares indefinidos
Profissão difícil
Sucesso invisível
Exigências destrutivas
Textos medíocres
Falsas alternativas
Saudades...
Do amigo de verdade
Que tá longe
Da realidade
Falta
Das óbvias loucuras
Daquela mente
Que mente afirmando ter liberdade
Silêncio nos lábios
Choro cansado
Mãe desconhecida
Pai ausente
Irmão alienado
Fé oscilante e presente
Coragem disfarçada
Necessidade escancarada
Força inconsciente
Caminho desejado
Passos alternados
Obstáculos...
Continuidade. Vida. Aprendizado...
...
Os cigarros estão acabando
O sono vem chegando
O telefone já tocou
A casa acordará
Lá vem...
Um dia confuso
As amigas infelizes
O amor sem limites
...
Realidade das alegrias difíceis...
Ainda alcançáveis.
A casa dormindo
A noite instalada
A televisão ligada...
Sequência de cigarros...
Pensamentos confusos
Mãos paradas
Histórias misturadas
Amor que saiu dos limites
As palavras!
Amigas infelizes
Esperanças indecifráveis
Corpo magoado
Destinos atravessados
Sentimentos calados
Hipocrisia aos gritos
Lugares indefinidos
Profissão difícil
Sucesso invisível
Exigências destrutivas
Textos medíocres
Falsas alternativas
Saudades...
Do amigo de verdade
Que tá longe
Da realidade
Falta
Das óbvias loucuras
Daquela mente
Que mente afirmando ter liberdade
Silêncio nos lábios
Choro cansado
Mãe desconhecida
Pai ausente
Irmão alienado
Fé oscilante e presente
Coragem disfarçada
Necessidade escancarada
Força inconsciente
Caminho desejado
Passos alternados
Obstáculos...
Continuidade. Vida. Aprendizado...
...
Os cigarros estão acabando
O sono vem chegando
O telefone já tocou
A casa acordará
Lá vem...
Um dia confuso
As amigas infelizes
O amor sem limites
...
Realidade das alegrias difíceis...
Ainda alcançáveis.
Motivo
A algum tempo venho procurando um motivo pra voltar...
Mas o desafio é pra onde voltar
De onde parei...
E porque?
Parei realmente?
Ou não quis enxergar?
Será que o tempo foi cruel demais para ser escrito
Ou...
Eu fui cruel demais comigo?
Ou...
Covarde demais para registrar
Talvez...
Fraca demais para encarar.
A história continuou...
O tempo não parou
Eu voltei
Pra onde? Não sei.
Porque?
Saudade...
Pra quê?
Verdade...
Mas o desafio é pra onde voltar
De onde parei...
E porque?
Parei realmente?
Ou não quis enxergar?
Será que o tempo foi cruel demais para ser escrito
Ou...
Eu fui cruel demais comigo?
Ou...
Covarde demais para registrar
Talvez...
Fraca demais para encarar.
A história continuou...
O tempo não parou
Eu voltei
Pra onde? Não sei.
Porque?
Saudade...
Pra quê?
Verdade...
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